No início de nossa caminhada, vivíamos longe de Jesus; fechados em nós mesmos, inclinados a uma maneira egoísta de vida. Buscávamos nossa própria satisfação, sem perspectiva alguma de eternidade.
Viver “para o Senhor”, no entanto, significa tê-Lo como o sentido da própria existência, se alimentando da vida que vem do Seu Espírito. Minha vida, agora, gira em função d'Ele, para a Sua glória. Acontece conosco uma virada na escala de valores: não mais “eu”, mas “Deus”: “Não sou eu que vivo, mas Cristo que vive em mim” (Gl 2,20). É um exercício constante de nos descentralizarmos de nós mesmos, para nos centralizarmos em Jesus. É “uma revolução Jesus”, como monsenhor Jonas se expressava a nós jovens no início.